SILAS BRINDEIRO

      Corpo de atacante Silas é velado na Câmara de Santarém, no Pará Jogador tratava leucemia em São Paulo e morreu vítima de uma infecção pulmonar. Sepultamento será na sexta em Santarém O corpo do atacante Silas Brindeiro é velado desde a manhã desta quinta-feira (27) na Câmara de Vereadores de Santarém, no oeste do Pará. O sepultamento será às 9h de sexta-feira (28) no Cemitério do Mararu. O jogador santareno morreu aos 31 anos, às 22h de terça-feira (25), no Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC), em São Paulo, vítima de uma infecção pulmonar. O corpo do atacante chegou a Santarém na madrugada desta quinta-feira (27) e seguiu direto do aeroporto para o plenário Vereador Benedito de Oliveira Magalhães. O pai de Silas, Ivan Brindeiro, informou que o quadro clínico do filho se agravou na quinta-feira, 21 de setembro. Desde lá, ele não teve melhoras e acabou não resistindo. Silas estava em tratamento de leucemia desde 2014. Ele estava internado no IBBC desde o dia 2 de maio e havia feito um transplante de medula óssea em junho. O atacante jogou no Guarani, de Campinas, Cuiabá, Clube do Remo e São Francisco, no Pará. Em 2016, seu retorno ao Leão santareno chegou a ser anunciado, mas a volta de Silas ao futebol foi cancelada por causa da doença. Familiares, amigos e pessoas ligadas ao futebol se despedem do atleta durante visita na Câmara de Vereadores. O velório é aberto e muitas pessoas já passaram pelo plenário. - O Silas era muito querido por onde passava. Tinha um carisma grande. A Câmara já sabia da situação e deu esse apoio. Ele foi corajoso e muito forte, determinado. Fizemos tudo o que ele queria. A dor e a saudade ficam, mas sei que ele está nos braços de Deus - disse o pai do atacante, Ivan Brindeiro. Entre as pessoas que prestaram homenagens ao atacante pela manhã, esteve o presidente do São Raimundo, Alexandre Lopes. O dirigente ressaltou a luta de Silas contra a leucemia e revelou que o jogador quase defendeu o Pantera em 2014, quando descobriu a doença. - Além de um atleta, era um ser humano muito especial. Ele chegou a estar conosco no clube para tentar nos ajudar, mas acho que foi na época da descoberta da doença. Ele foi um grande guerreiro, lutou muito pela vida, mas infelizmente chegou um momento em que não conseguiu mais. Mas tenho certeza que as lembranças dele, como jogador e pessoa, serão as melhores possíveis- destacou o dirigente alvinegro.
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